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Digitalização de autoatendimento: como o EFM100 viabilizou lavagem automática de veículos por aplicativo

Como o EFM100 da HSN Automation permitiu que uma rede de postos de combustível de Santa Catarina lançasse um novo serviço de lavagem autônoma de veículos, com pagamento e controle por aplicativo.

Projeto do cliente no qual o EFM100 foi usado

Levar um serviço tradicionalmente operado por uma pessoa para um modelo totalmente autônomo exige mais do que um bom aplicativo: exige um componente de automação confiável fazendo a ponte entre a máquina física e o sistema digital. Foi esse o desafio de uma rede de postos de combustível de Santa Catarina ao lançar um serviço de lavagem automática de veículos por aplicativo em suas unidades.


O projeto usou o EFM100, produto da HSN Automation, como componente central de comunicação entre as máquinas de lavagem e o aplicativo de controle e pagamento desenvolvido pelo cliente. Depois de tentativas frustradas com outros hardwares, o EFM100 funcionou na primeira tentativa e foi implantado, de forma gradual, em todas as unidades da rede — sem qualquer alteração no produto.

O desafio: viabilizar um serviço que ainda não existia na rede

Antes do projeto, a rede não tinha nenhuma forma de oferecer autoatendimento para lavagem de veículos. A ideia era permitir que o cliente final escolhesse e pagasse o tipo de lavagem diretamente pelo celular, sem intervenção de um atendente — uma modalidade de serviço nova para os postos de combustível envolvidos.


O obstáculo não estava no aplicativo em si, que ficou sob responsabilidade do cliente, mas em encontrar um hardware capaz de fazer a comunicação confiável entre a máquina de lavagem e o sistema de gerenciamento na nuvem. A rede já havia testado outros hardwares para essa função, sem sucesso — o que atrasava o lançamento do serviço.

A solução: EFM100 como ponte entre a máquina e o aplicativo

O EFM100 foi fornecido como o componente de automação responsável por três funções principais dentro do sistema:


  • Comunicação da máquina com o aplicativo — permitindo que o cliente final acionasse a lavagem escolhida diretamente pelo celular;
  • Controle do tipo de lavação contratada — garantindo que a máquina executasse exatamente o serviço pago pelo cliente;
  • Coleta de dados operacionais da máquina — tempo de funcionamento, tempo parado e tempo de fila de veículos aguardando atendimento.


O desenvolvimento da aplicação de celular e do sistema de gerenciamento ficou inteiramente a cargo do cliente. O papel do EFM100 foi viabilizar, do lado do hardware, a comunicação necessária para que esse modelo de autoatendimento funcionasse na prática.

Integração via MQTT, sem dependência de plataforma

Configuração simplificada para MQTT e RESTful-API, não precisa programar

A comunicação entre o EFM100 e o sistema de gerenciamento na nuvem do cliente foi feita via protocolo MQTT, com recursos de autenticação. Essa escolha de protocolo é um dos motivos pelos quais o produto se adaptou bem ao projeto: por não depender de uma plataforma específica, o EFM100 pôde se conectar diretamente ao sistema já desenvolvido pelo cliente, sem exigir adaptações do lado da automação.


Essa independência de plataforma é uma característica relevante do EFM100 em aplicações de digitalização — o mesmo hardware pode se integrar a diferentes sistemas de gerenciamento em nuvem, conforme a necessidade de cada projeto.

Da homologação à expansão para toda a rede

EFM100 em uso na aplicação final

Antes de adotar o EFM100, o cliente já vinha testando outro hardware havia semanas, sem conseguir viabilizar a comunicação necessária. Ao testar o EFM100, o funcionamento foi validado na primeira tentativa, sem necessidade de desenvolvimento de firmware especial ou ajustes adicionais no produto.


Comprovado o funcionamento na primeira máquina, a solução foi implantada de forma gradual nas demais unidades da rede — todas usando o mesmo produto, sem modificações. A integração, do lado do cliente, também não apresentou desafios técnicos significativos, o que contribuiu para uma expansão mais rápida do projeto.

Resultados para a rede de postos

  • Viabilização de um serviço que não existia — autoatendimento de lavagem de veículos, com pagamento pelo aplicativo, disponível em toda a rede
  • Autonomia de vendas — o serviço passou a operar sem depender de um atendente presente
  • Aumento de receita — uma nova modalidade de serviço passou a gerar faturamento adicional para os postos
  • Redução de erros operacionais — o controle automático do tipo de lavação contratada elimina divergência entre o que foi pago e o que é executado
  • Mais previsibilidade e dados para melhoria contínua — os dados de tempo de operação, tempo parado e fila de veículos permitem à rede identificar gargalos e planejar melhorias
  • Expansão sem retrabalho — o mesmo produto, sem alterações, foi replicado em todas as unidades

Por que o EFM100 foi a escolha da rede

O principal motivo foi simples: o EFM100 funcionou, logo na primeira tentativa, onde outros hardwares testados anteriormente pela rede haviam falhado. A isso se somaram outros fatores que pesaram na decisão de seguir com o produto:


  • Suporte técnico da HSN, citado em avaliações públicas positivas de clientes;
  • Nenhuma necessidade de firmware especial para atender o caso de uso;
  • Documentação suficiente para viabilizar a integração sem apoio extensivo da HSN;
  • Independência de plataforma, permitindo comunicação direta com o sistema já desenvolvido pelo cliente via MQTT.


A rede segue avaliando novas aplicações para o produto dentro de sua operação.

Perguntas frequentes sobre digitalização de autoatendimento com o EFM100

É um produto de automação da HSN Automation utilizado para digitalizar máquinas e processos, viabilizando comunicação entre equipamentos físicos e sistemas de gerenciamento, aplicativos e plataformas em nuvem.

Não. Um dos diferenciais do produto é a independência de plataforma — ele pode se comunicar com diferentes sistemas de gerenciamento em nuvem, conforme o protocolo e a integração definidos em cada projeto.

Em aplicações como essa, o EFM100 se comunica via protocolo MQTT, com recursos de autenticação, mas pode ser adaptado a diferentes protocolos conforme a necessidade da aplicação.

Sim. O produto foi desenvolvido para digitalização de máquinas e processos de forma geral — a aplicação de autoatendimento por aplicativo é um exemplo entre diversos casos de uso possíveis.

Não necessariamente. Neste projeto, por exemplo, não houve necessidade de firmware especial para viabilizar a integração.


Depende do projeto. Neste case, o aplicativo e o sistema de gerenciamento foram desenvolvidos pelo próprio cliente; a HSN forneceu o EFM100 como componente de automação responsável pela comunicação com a máquina.

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A HSN Automation pode avaliar como o EFM100 ou outras soluções de automação podem viabilizar novos modelos de operação, digitalização e integração com aplicativos e sistemas em nuvem.


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